Categoria: Saúde
CÓDIGO: 18109447
TÍTULO: Cordas Virtuais
DESDE: 04-2010
AUTOR / RESPONSÁVEL: Flávia Tamarindo
URL: cordasvirtuais.blogspot.com/
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quarta-feira, 14 de novembro de 2012

14 de Novembro - Dia Nacional da Alfabetização




Aprendendo a ler e escrever com ajuda da Fonoaudiologia

A alfabetização de uma criança ultrapassa os hábitos de leitura e escrita e, também, é um ato de inserção social na vida de qualquer pessoa.

No Dia Nacional da Alfabetização, 14 de novembro, o Conselho Federal de Fonoaudiologia (CFFa), reforça parceria necessária no âmbito escolar entre fonoaudiólogo e professor para um processo de aprendizagem qualificado. A alfabetização de uma criança ultrapassa os hábitos de leitura e escrita e, também, é um ato de inserção social na vida de qualquer pessoa.
A atuação no fonoaudiólogo na educação é regulada pela Lei 6965/81, que define as competências do fonoaudiólogo dentro da equipe de Orientação e Planejamento Escolar. Mas acontece que muitas escolas ainda não têm o fonoaudiólogo em seu corpo de funcionários, e só procuram pelo profissional quando um problema de aprendizagem é detectado, muitas vezes, tardiamente.
É nesse sentido que o fonoaudiólogo e conselheiro do CFFa, Jaime Zorzi, alerta para o trabalho imprescindível do fonoaudiólogo não apenas no tratamento desses problemas, mas também na atuação preventiva. “Além de ter um papel orientador, o desenvolvimento de ações de prevenção também compete ao fonoaudiólogo educacional”, explica.
São inúmeras as formas que a Fonoaudiologia pode auxiliar o professor, os pais e os alunos, por isso a integração do profissional no ambiente escolar é cada vez mais necessária. “É preciso que o gestor público e o administrador escolar tenham ciência das competências do fonoaudiólogo dentro do processo de ensino-aprendizagem”, reforça a presidente do CFFa, Bianca Queiroga.
É importante lembrar que não é permitida a realização de atendimento clínico/terapêutico dentro das escolas. No caso de indicação, o fonoaudiólogo educacional deve encaminhar para tratamento fora da escola, conforme Resolução nº309/2005.

Fonte: Conselho Federal de Fonoaudiologia

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