Categoria: Saúde
CÓDIGO: 18109447
TÍTULO: Cordas Virtuais
DESDE: 04-2010
AUTOR / RESPONSÁVEL: Flávia Tamarindo
URL: cordasvirtuais.blogspot.com/
Você pode votar 1 vez por email, por Facebook e pelo Twitter

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

14 de Novembro - Dia Nacional da Alfabetização




Aprendendo a ler e escrever com ajuda da Fonoaudiologia

A alfabetização de uma criança ultrapassa os hábitos de leitura e escrita e, também, é um ato de inserção social na vida de qualquer pessoa.

No Dia Nacional da Alfabetização, 14 de novembro, o Conselho Federal de Fonoaudiologia (CFFa), reforça parceria necessária no âmbito escolar entre fonoaudiólogo e professor para um processo de aprendizagem qualificado. A alfabetização de uma criança ultrapassa os hábitos de leitura e escrita e, também, é um ato de inserção social na vida de qualquer pessoa.
A atuação no fonoaudiólogo na educação é regulada pela Lei 6965/81, que define as competências do fonoaudiólogo dentro da equipe de Orientação e Planejamento Escolar. Mas acontece que muitas escolas ainda não têm o fonoaudiólogo em seu corpo de funcionários, e só procuram pelo profissional quando um problema de aprendizagem é detectado, muitas vezes, tardiamente.
É nesse sentido que o fonoaudiólogo e conselheiro do CFFa, Jaime Zorzi, alerta para o trabalho imprescindível do fonoaudiólogo não apenas no tratamento desses problemas, mas também na atuação preventiva. “Além de ter um papel orientador, o desenvolvimento de ações de prevenção também compete ao fonoaudiólogo educacional”, explica.
São inúmeras as formas que a Fonoaudiologia pode auxiliar o professor, os pais e os alunos, por isso a integração do profissional no ambiente escolar é cada vez mais necessária. “É preciso que o gestor público e o administrador escolar tenham ciência das competências do fonoaudiólogo dentro do processo de ensino-aprendizagem”, reforça a presidente do CFFa, Bianca Queiroga.
É importante lembrar que não é permitida a realização de atendimento clínico/terapêutico dentro das escolas. No caso de indicação, o fonoaudiólogo educacional deve encaminhar para tratamento fora da escola, conforme Resolução nº309/2005.

Fonte: Conselho Federal de Fonoaudiologia

sábado, 10 de novembro de 2012

Teste da Orelhinha em Salgueiro -PE


Centro de Reabilitação - Antônio Alves Vasconcelos
Nossa Fonoaudióloga Flávia Tamarindo CRFa 4 - 9065, realiza a Avaliação Fonoaudiológica completa do bebê.
Todo bebê merece esse carinho!
Para agendamento e informações: (87) 3871-2766 / 98821-9265

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Saúde Auditiva





SAIBA COMO TER UMA BOA AUDIÇÃO


De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), pelo menos 800 milhões de pessoas sofrem alguma perda auditiva no mundo. Algumas medidas de prevenção são essenciais para manter uma audição saudável.

São elas:

1 – Respeite os intervalos de repouso sonoro quando a exposição a altos níveis de intensidade é constante;
2 – Use protetores auditivos quando recomendado, principalmente em locais de trabalho que causam risco à audição pela exposição a altos níveis de intensidade sonora;
3 - Objetos pontiagudos devem estar sempre afastados do ouvido;
4 – O cotonete deve ser usado para limpeza do excesso de cera na parte mais externa do ouvido e para secar a orelha. Jamais deve ser introduzido no canal;
5 – Evite a automedicação;
6 – Evitar a exposição prolongada a sons em forte intensidade. Para isso, controle o volume do seu MP3, TV ou som do carro.

Estudos indicam que cerca de 15% da população, com idade entre 20 e 69 anos, tem perda auditiva por exposição a sons altos ou ruído no trabalho ou em atividades de lazer. 
Em casos de dor, desconforto, coceira ou qualquer outra alteração, procure o médico Otorrinolaringologista que avaliará o seu caso e a necessidade de exames audiológicos, estes realizados pelo Fonoaudiólogo. O tratamento, de acordo com o caso, pode ser medicamentoso ou pode ser indicado o uso de aparelhos auditivos. Pessoas que fazem natação devem ter um cuidado especial com o ouvido. O contato frequente com a água pode causar obstrução e infecção.




Cera no ouvido: aprenda a maneira correta de retirá-la

Muita gente pensa que ter cera no ouvido é sinônimo de sujeira. Mas, sujeira mesmo é o que se faz tentando retirá-la. Como nem todos procedem de maneira correta, acabam provocando infecções na orelha e até problemas auditivos.


Um dos equívocos mais comuns é retirar a cera da parte interna dos ouvidos. Apesar de ser entendida como sujeira, essa cera é justamente a proteção do sistema auditivo e não deve ser retirada. É ela quem protege nossos ouvidos da entrada de insetos e absorve a água que sobra do banho. O excesso, quando existe, é eliminado pelo próprio organismo.

O uso de hastes flexíveis só é indicado para a parte externa da orelha, caso contrário, elas podem jogar ainda mais a cera para dentro dos ouvidos e formar uma espécie de rolha que os tampe completamente.

Nestes casos, em que a audição fica perceptivelmente ruim, a recomendação é procurar um otorrinolaringologista para fazer a limpeza correta. Retirar demais a cera também pode causar ressecamento no local, o que gera coceira e propicia infecções. Além de dar a sensação de que existe água dentro do ouvido constantemente. O correto é umedecer uma toalha e, com a ponta do dedo envolvida nela, limpar a parte externa do ouvido. Só depois disso é que é recomendado o uso das hastes flexíveis, também somente na parte externa, para secar a parte que foi umedecida. Lavar com água e sabão, durante o banho, só tomando muito cuidado para não deixar nem uma gota d'água entrar no ouvido.

sábado, 13 de outubro de 2012

I JORNADA DE IMPLANTE COCLEAR DO HOSPITAL AGAMENON MAGALHÃES



Olá pessoal, recebi o convite e estou divulgando.


O Hospital Agamenon Magalhães em Recife-PE, realizará nos próximos dias 19 e 20 de outubro a I JORNADA DE IMPLANTE COCLEAR DO HAM.


O dia 19/10 será  destinado a médicos e fonoaudiólogos, com temas abordando o diagnóstico precoce da perda auditiva, a triagem  auditiva neonatal, as alternativas hoje para o tratamento da perda auditiva, além das atualidades sobre o Implante Coclear. São temas que interessam não apenas ao fonoaudiólogo, mas também aos otorrinolaringologistas, pediatras, neonatologistas e outras especialidades relacionadas. Segue o programa.


No dia 20/10, a manhã será destinada a pacientes (candidatos ou implantados) e familiares, portanto, podem convidar os seus pacientes.

Não percam esta oportunidade!
Abraço.





Programação


quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Manual Diretrizes de Atenção à Pessoa com Síndrome de Down é lançado pelo Ministério da Saúde



O Ministério da Saúde lançou nesta quarta-feira (26/09) o manual Diretrizes de Atenção à Pessoa com Síndrome de Down e a sua versão acessível, intitulada Cuidados de Saúde para as Pessoas com Síndrome de Down. As publicações, que estão disponíveis no site do Ministério foram apresentadas no Centro de Referência da Pessoa com Deficiência de Irajá, no Rio de Janeiro.
“As diretrizes trazem uma orientação clara do Ministério da Saúde para que os profissionais de saúde saibam como diagnosticar e acompanhar pessoas que têm síndrome de Down. O manual tem desde orientações mais simples até questões mais complexas, para todas as fases da vida”, afirmou o ministro da Saúde Alexandre Padilha.
Versão acessível contou com consultoria do Movimento Down
Além de participar do Grupo de Trabalho que deu origem às diretrizes, o Movimento Down atuou na elaboração da versão acessível do manual, que traz conteúdos adaptados para que possam ser lidos e compreendidos por pessoas com síndrome de Down.
“A versão acessível é fundamental para que pais e pessoas com síndrome de Down possam inclusive cobrar dos profissionais de atendimento, conversar sobre determinadas orientações”, ressaltou Padilha.
Breno Viola, Coordenador de Conteúdo Acessível do Movimento Down, se disse emocionado por colaborar com a versão acessível das diretrizes. “Tenho muito orgulho em estar aqui. Muitas pessoas ainda não sabem tratar as pessoas com síndrome de Down como iguais. Nós temos direito de ser tratados como cidadãos”, disse Viola, de 31 anos, que tem síndrome de Down.
Coordenadora do Movimento Down, Maria Antônia Goulart lembrou que as diretrizes são um passo muito importante para melhorar o atendimento a pessoas com síndrome de Down em todo o Brasil. Mãe de Beatriz, uma menina de dois anos que tem síndrome de Down, a advogada também frisou a importância da acessibilidade intelectual no desenvolvimento de uma sociedade mais inclusiva.
“O Brasil é pioneiro ao lançar esse documento [acessível], estamos muito felizes em participar do projeto. As pessoas com deficiência intelectual precisam de conteúdos adaptados. O manual traz informações muito importantes sobre saúde e hábitos saudáveis, é fundamental que os maiores interessados possam compreender seu conteúdo”.
Pai de Beatriz, o senador Lindbergh Farias festejou a criação das diretrizes e destacou as dificuldades enfrentadas pelos familiares de pessoas com síndrome de Down para encontrar profissionais com conhecimentos sólidos sobre a trissomia.
“É preciso conhecer as especificidades, saber, por exemplo, que 50% das crianças com  síndrome de Down têm problemas cardíacos. Existem questões importantes e os profissionais pelo Brasil afora não sabem como proceder. Hoje é um dia de vitória, tenho certeza que esse manual vai salvar muitas vidas”, comemorou.

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

I Encontro de Familiares e Cuidadores de Pessoas com Alzheimer do Vale do São Francisco



Acontecerá em Petrolina-PE, no período de 28 e 29 de Setembro de 2012, o I Encontro de Familiares e Cuidadores de Pessoas com Alzheimer.

O evento será promovido pela ABRAz - Associação Brasileira de Alzheimer (Sub-regional Petrolina-PE) e contará com a participação de vários profissionais: médico, fisioterapeuta, fonoaudiólogo, nutricionista e terapeuta ocupacional.

Maiores informações no cartaz abaixo:


domingo, 16 de setembro de 2012

I Encontro Nacional de Fluência e Gagueira / III Encontro Pernambucano de Gagueira




Olá pessoal,

No próximo mês de Outubro muita coisa boa acontecerá na área da Fonoaudiologia.
E para preencher ricamente nosso Dia Internacional de Atenção à Gagueira (22 de Outubro), acontecerá nos dias 22/10 e 23/10 o I Encontro Nacional de Fluência e Gagueira em Recife-PE e o III Encontro Pernambucano de Gagueira. O evento será promovido pelo Programa de Mestrado em Ciências da Linguagem e o Curso de Fonoaudiologia da Universidade Católica de Pernambuco.


LOCAL: Auditório GII da Universidade Católica de Pernambuco
Rua do Príncipe, 526 – Bloco G
DIAS: 22 e 23 de outubro de 2012
HORÁRIO: 22/10 – 14 às 21 horas
23/10 – 14 às 18 horas


Vejam só a programação:

DIA 22 DE OUTUBRO – segunda-feira

14:00 às 14:30 – Entrega de material e crachá
14:30 às 15:00- Abertura do I ENCONTRO NACIONAL DE FLUÊNCIA E GAGUEIRA e do III ENCONTRO PERNAMBUCANO DE GAGUEIRA
15:00 às 17:30 – Mesa redonda: Novas perspectivas no tratamento da Gagueira
Palestrante: Profª Drª Sílvia Friedman (PUC-SP)
Coordenadora: Profª Drª Nadia Azevedo (UNICAP)

17:30 às 18:00 – COFFEE BREAK
18:00 às 19:00 – MICROSOM – Utilização do speech easy por pessoas que gaguejam
19:00 às 20:00 – Mesa redonda: Fluência e prosódia (título a confirmar)
Palestrante: Profª Drª Marígia Ana Aguiar
Coordenador: a confirmar

20:00 às 21:00 – Apresentação de trabalhos sobre Fluência/Prosódia e Gagueira
Depoimentos de pessoas que gaguejam

DIA 23 DE OUTUBRO – terça-feira
14:00 às 15:30 – Mesa redonda: Novas perspectivas no tratamento da Gagueira
Palestrante: Fga Leila Nagib (UFRJ)
Coordenadora: Profª Drª Renata da Fonte (UNICAP)

15:30 às 16:30 – Palestra sobre Grupos de Atendimento à pessoas com Gagueira
Palestrantes: Fga Ms Tatiana Cavalcanti e Mestranda Larissa Petrusk

16:30 às 17:30 – Apresentação de trabalhos sobre Fluência/Prosódia e Gagueira
Depoimentos de pessoas que gaguejam
17:30 às 18:00 – Encerramento do evento



Os interessados poderão inscrever-se pelo site: http://www.unicap.br/Gagueira/

Divulguem! 

Beijos!!!



XX Congresso Brasileiro de Fonoaudiologia - 2012






O XX Congresso Brasileiro de Fonoaudiologia se aproxima.
Estamos na contagem regressiva para apresentar os nossos, conhecer outros trabalhos, encontrar amigos, fazer novos amigos e claro, fortalecer nossos laços com a Fonoaudiologia - Ciência da Comunicação Humana.

Principalmente quando moramos distante dos grandes centros, não devemos perder a oportunidade de participar desse momento único de trocas de experiências, firmando compromisso com a nossa profissão e atualizando nossos saberes.
Essa atualização nos permite maior segurança em nossas ações diárias, oferecendo o que há de melhor para quem precisa da fonoaudiologia onde quer que estejamos inseridos. Vale muito a pena participar.
Quem não se inscreveu, ainda dá tempo!

Segue o link com a Programação Científica para que possamos nos organizar com antecedência e aproveitar ao máximo essa oportunidade.


Informações sobre o XX Congresso Brasileiro de Fonoaudiologia: www.sbfa.org.br

Nos encontraremos lá, se Deus quiser!!!



sábado, 14 de julho de 2012

Bolsa de Desenvolvimento Científico e Tecnológico Dra. Ieda Chaves Pacheco Russo


ATENÇÃO!!!

A Academia Brasileira de Audiologia (ABA), situada na Rua Itapeva, 202 conj. 61, São Paulo – SP, CEP 01332-000, informa que estão abertas as inscrições para a Bolsa de Desenvolvimento Científico e Tecnológico Dra. Ieda Chaves Pacheco Russo.

Esta Bolsa tem por objetivo incentivar jovens talentos na elaboração de projetos de pesquisa, orientados por pesquisador qualificado.

Em 2012 será disponibilizada 01 (uma) Bolsa, exclusiva para associados da ABA, que sejam estudantes de curso de graduação em Fonoaudiologia no Brasil devidamente reconhecido pelo MEC.

A inscrição dos candidatos e o envio dos documentos necessários deverá ocorrer até o dia 31 de outubro de 2012.

A divulgação do resultado ocorrerá em fevereiro de 2013.

Consulte todas as orientações e regras gerais desta Bolsa - Acessando: http://www.audiologiabrasil.org.br/portal/pdf/edital_bolsa_ieda.pdf

Fonte: Academia Brasileira de Audiologia

domingo, 1 de julho de 2012

Portaria nº 930/2012 - Fonoaudiólogo em estabelecimentos com UTI Neonatal



O Ministério da Saúde publicou a Portaria Nº 930/2012 que define as diretrizes e objetivos para a organização da atenção integral e humanizada ao recém-nascido grave ou potencialmente grave e os critérios de classificação e habilitação de leitos de Unidade Neonatal no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).  A portaria define aparelhos, utensílios e serviços indispensáveis, bem como a estrutura mínima da equipe multidisciplinar que deve dar suporte tanto ao serviço de Unidade de Terapia Intensiva Neonatal, como às Unidades de Cuidado Intermediário Neonatal Convencional e pelo método Canguru. Em todas as classificações, a presença de um fonoaudiólogo disponível para a unidade é considerada obrigatória, ao lado de outros profissionais de saúde. Todos os estabelecimentos que tenham UTI Neonatal habilitadas em conformidade com normatizações anteriores deverão se adequar às novas regras em seis meses, sob pena de perda da habilitação.

Fonte: CREFONO 5

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Para cuidadores - ABRAZ


A Associação Brasileira de Alzheimer (ABRAz) – Sub-Regional Petrolina realiza neste sábado, 26 de maio, sua reunião mensal do Grupo de Apoio aos Cuidadores.
A psicóloga Vanessa Novaes fará uma oficina com música, sessão de relaxamento e dinâmica vivencial para os cuidadores. O objetivo é proporcionar um momento de tranquilidade e troca de experiências entre os presentes.
A reunião acontece a partir das 10h, no CENPRE-HGU (R. Dr. Geraldo Estrela, 100 – Centro. Fone: (87) 3866-4040). Podem participar familiares e/ou cuidadores de pessoas com Alzheimer.
Esperamos ver você lá!!!
Atenciosamente,
Equipe ABRAz-Petrolina

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Direitos previdenciários das pessoas com Alzheimer



Associação Brasileira de Alzheimer (ABRAz) – Sub-Regional Petrolina realiza neste sábado, 28 de abril, sua reunião mensal do Grupo de Apoio aos Cuidadores.
Os direitos previdenciários das pessoas com Alzheimer serão tema da palestra que será ministrada pela advogada Lourdes Kátia Ratis, especialista em direito previdenciário e em direito de sucessões.
A reunião acontece a partir das 10h, no CENPRE-HGU (R. Dr. Geraldo Estrela, 100 – Centro. Fone: (87) 3866-4040). Podem participar familiares e/ou cuidadores de pessoas com Alzheimer.
Esperamos ver você lá!!!
Atenciosamente,
Equipe ABRAz-Petrolina

sexta-feira, 30 de março de 2012

Doença de Alzheimer


Prezado cuidador,
A Associação Brasileira de Alzheimer (ABRAz) – Sub-Regional Petrolina realiza neste sábado, 31 de março, sua reunião mensal do Grupo de Apoio aos Cuidadores. Esta reunião será especial por se tratar do segundo aniversário da entidade no Vale do São Francisco. Por isso, contará com a participação da coordenadora dos Grupos de Apoio da ABRAz-Pernambuco, Cleonice Albuquerque.

Ela estará à frente do “Papo com Amigos – Falando sobre Doença de Alzheimer”, um bate-papo que visa trocar ideias e esclarecer dúvidas sobre o Alzheimer e sobre a própria atuação da ABRAz.
A reunião acontece a partir das 10h, no CENPRE-HGU (R. Dr. Geraldo Estrela, 100 – Centro. Fone: (87) 3866-4040). Podem participar familiares e/ou cuidadores de pessoas com Alzheimer.
Esperamos ver você lá!!!
Atenciosamente,
Equipe ABRAz-Petrolina

quarta-feira, 28 de março de 2012

2 de Abril - Dia Mundial de Conscientização do AUTISMO



O Dia Mundial de Conscientização sobre o Autismo foi instituído pela ONU em dezembro de 2007, que definiu a data de 2 de abril como marco da mobilização mundial para mostrar que há pessoas um pouco diferentes das outras, mas que, na sua essência, são tão humanas quanto todos.
 
Autismo é uma palavra desconhecida para muitos. Dessa forma o Dia Mundial de Conscientização sobre o Autismo busca esclarecer o que vem a ser o Autismo e disseminar informações sobre a importância do diagnóstico e da intervenção precoce.


Fonte: http://www.mundoasperger.com.br

A TERRA É AZUL. O AUTISMO TAMBÉM!

  Mobilize sua escola, trabalho, familiares e amigos. VISTAM-SE DE AZUL.


quarta-feira, 21 de março de 2012

Dia Internacional da Síndrome de Down


Informação transforma o mundo. Informe-se!!! Conheça a Síndrome de Down.

O que é Síndrome de Down?

Sinônimos: Trissomia do 21
A síndrome de Down é uma doença genética em que uma pessoa tem 47 cromossomos em vez dos 46 normais.

Causas

Na maioria dos casos, a síndrome de Down ocorre quando há uma cópia adicional do cromossomo 21. Essa forma de síndrome de Down é chamada de Trissomia do 21. O cromossomo extra causa problemas na forma com que o corpo e o cérebro se desenvolvem.
A síndrome de Down é a causa mais comum de problemas de nascença em humanos.

Exames

O médico normalmente pode fazer um diagnóstico inicial da síndrome de Down no nascimento com base na aparência do bebê. O médico pode ouvir um sopro cardíaco ao escutar o peito do bebê com o estetoscópio.
Pode ser feito um exame de sangue para verificar a presença do cromossomo extra e confirmar o diagnóstico. Consulte: Análises de cromossomos
Outros exames que podem ser feitos incluem:
  • Ecocardiograma para verificar se há problemas cardíacos (normalmente feito logo após o nascimento)
  • ECG
  • raios X do tórax e do trato gastrointestinal
As pessoas com síndrome de Down devem ser examinadas cuidadosamente em busca de determinadas doenças. Devem ser feitos:
  • Exame oftalmológico todos os anos durante a infância
  • Testes de audição a cada 6 - 12 meses, dependendo da idade
  • Exames dentários a cada 6 meses
  • raios X da coluna superior ou cervical entre as idades de 3 a 5 anos
  • Exame de Papanicolau e exames pélvicos a partir da puberdade ou a partir dos 21 anos
  • Teste de tireoide a cada 12 meses


Sintomas de Síndrome de Down

Os sintomas da síndrome de Down variam de pessoa para pessoa e podem ser de leves a graves. No entanto, as crianças com síndrome de Down têm uma aparência amplamente conhecida.
A cabeça pode ser menor do que o normal e com formato diferente. Por exemplo, a cabeça pode ser redonda com uma área achatada na parte de trás. O canto interno dos olhos pode ficar arredondado em vez de pontudo.
Os sinais físicos comuns incluem:
  • Tônus muscular reduzido no nascimento
  • Excesso de pele na nuca
  • Nariz achatado
  • Articulações separadas entre os ossos do crânio (suturas)
  • Uma única dobra na palma da mão
  • Orelhas pequenas
  • Boca pequena
  • Olhos inclinados para cima
  • Mãos largas e pequenas com dedos curtos
  • Pontos brancos na parte colorida dos olhos (manchas de Brushfield)
O desenvolvimento físico muitas vezes é mais lento do que o normal. A maioria das crianças com síndrome de Down nunca atinge a altura média da idade adulta.
As crianças também podem ter atraso no desenvolvimento mental e social. Problemas comuns podem incluir:
  • Comportamento impulsivo
  • Capacidade de discernimento diminuída
  • Pouca capacidade de atenção
  • Aprendizado lento
Conforme as crianças com síndrome de Down crescem e se tornam conscientes de suas limitações, elas também podem sentir frustração e raiva.
Muitos problemas de saúde diferentes são encontrados em pessoas com a síndrome de Down, como
  • Problemas de nascença no coração, como defeito do septo atrial ou defeito do septo ventricular
  • Ademência pode ser evidente
  • Problemas nos olhos, como cataratas (a maioria das crianças com síndrome de Down precisa usar óculos)
  • Vômitos precoces intensos, que podem ser um sinal de obstrução gastrointestinal, como atresia esofágica e atresia intestinal
  • Problemas de audição, provavelmente causados por infecções de ouvido recorrentes
  • Problemas nos quadris e risco de deslocamento
  • Problemas de constipação a longo prazo (crônica)
  • Apneia do sono(porque a boca, a garganta e as vias respiratórias são mais estreitas nas crianças com síndrome de Down)
  • Dentes que aparecem mais tarde do que o normal e em um local que pode causar problemas na mastigação
  • Tireoide inativa (hipotireoidismo)

Buscando ajuda médica

O médico deve ser consultado para determinar se a criança precisa de educação e treinamento especiais. É importante para a criança fazer checkups regulares com o médico.

Tratamento de Síndrome de Down

Não há um tratamento específico para a síndrome de Down. Uma criança nascida com obstrução gastrointestinal pode precisar de uma cirurgia complexa imediatamente após o nascimento. Determinados problemas cardíacos também podem precisar de cirurgia.
Ao amamentar, o bebê deve estar bem apoiado e completamente acordado. O bebê poderá babar devido a deficiências no controle da língua. No entanto, muitos bebês com síndrome de Down podem ser amamentados com êxito.
A obesidade pode ser um problema para crianças e adultos. É importante realizar muitas atividades e evitar alimentos muito calóricos. Antes de começar a praticar esportes, o pescoço e os quadris da criança devem ser examinados.
O treinamento comportamental pode ajudar as pessoas com síndrome de Down e suas famílias a lidar com a frustração, a raiva e o comportamento compulsivo que ocorrem frequentemente. Os pais e cuidadores devem aprender a ajudar a pessoa com síndrome de Down a lidar com a frustração. Ao mesmo tempo, é importante incentivar a independência.
As mulheres e as adolescentes com síndrome de Down normalmente podem engravidar. Há um maior risco de abuso sexual e outros tipos de abuso tanto em homens quanto em mulheres. É importante para as pessoas com síndrome de Down:
  • Aprender sobre gravidez e tomar as precauções adequadas
  • Aprender a defender-se em situações difíceis
  • Estar em um ambiente seguro
Se a pessoa tiver algum problema cardíaco, pergunte ao médico sobre a necessidade de antibióticos para evitar infecções cardíacas chamadas endocardites.
São oferecidos educação e treinamento especiais na maioria das comunidades para crianças com atrasos no desenvolvimento mental. A fonoaudiologia pode ajudar a melhorar as habilidades de linguagem. A fisioterapia pode ensinar habilidades motoras. A terapia ocupacional pode ajudar com a alimentação e a realização de tarefas. Um profissional especializado na saúde mental pode ajudar os pais e a criança a lidar com problemas de humor ou de comportamento. Na maioria das vezes, são necessários educadores especiais.

Expectativas

As pessoas com síndrome de Down estão vivendo mais do que nunca. Mesmo que muitas crianças tenham limitações físicas e mentais, elas podem ter vidas independentes e produtivas na idade adulta.
Aproximadamente, metade das crianças com síndrome de Down nascem com problemas cardíacos, inclusive defeitos do septo atrial, do septo ventricular e do coxim endocárdico. Problemas cardíacos graves podem levar à morte prematura.
Pessoas com síndrome de Down têm maior risco de desenvolver certos tipos de leucemia, o que também pode causar a morte prematura.
O nível de retardo mental varia de paciente a paciente, mas normalmente é moderado. Adultos com a síndrome de Down têm maior risco de demência.

Complicações possíveis

  • Obstrução das vias respiratórias durante o sono
  • Trauma por compressão da medula espinhal
  • Endocardite
  • Problemas oculares
  • Frequentes infecções auditivas e maior risco de outras infecções
  • Perda da audição
  • Problemas cardíacos
  • Obstrução gastrointestinal
  • Fraqueza dos ossos da parte superior do pescoço

Prevenção

Os especialistas recomendam o aconselhamento genético para pessoas com histórico familiar de síndrome de Down que desejam ter um bebê.
O risco de uma mulher ter um filho com síndrome de Down aumenta com a idade. O risco é significativamente mais alto em mulheres com mais de 35 anos.
Os casais que já têm um bebê com síndrome de Down têm maior risco de ter outro filho com o problema.
Exames como a ultrassonografia da translucência nucal, a amniocentese e amostras de vilosidades coriônicas podem ser feitos no feto durante os primeiros meses de gravidez para verificar se há síndrome de Down. O Colégio Americano de Obstetras e Ginecologistas recomenda oferecer testes de verificação de síndrome de Down a todas as mulheres grávidas, independentemente da idade.
Fontes e referências:
  • ACOG Committee on Practice Bulletins. ACOG Practice Bulletin No. 77: screening for fetal chromosomal abnormalities. Obstet Gynecol. 2007 Jan;109(1):217-227.
  • AAP Committee on Genetics. Health supervision for children with Down syndrome. Pediatrics. 2001 Feb;107(2):442-449.
  • Davidson MA. Primary care for children and adolescents with Down syndrome. Pediatr Clin North Am. 2008;55:1099-1111.
  • Simpson JL, Otaño L. Prenatal genetic diagnosis. In: Gabbe SG, Niebyl JR, Simpson JL, eds. Obstetrics:Normal and Problem Pregnancies. 5th ed. Philadelphia, Pa: Elsevier Churchill Livingstone; 2007:chap 7.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Congresso Brasileiro de Fonoaudiologia 2012


Divulgado o local do próximo Congresso de Fonoaudiologia 2012


A Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia (SBFa), anunciou o local da realização do 20º Congresso Brasileiro de Fonoaudiologia. Segundo a diretoria da SBFa, o maior evento da profissão será realizado em Brasília, Capital Federal e terá como tema - Fonoaudiologia Ciência e Profissão. A Sociedade também definiu a data do congresso - de 31 de outubro a 03 de novembro.
Fonte: Assessoria de Comunicação do CREFONO 4