quarta-feira, 14 de novembro de 2012

14 de Novembro - Dia Nacional da Alfabetização




Aprendendo a ler e escrever com ajuda da Fonoaudiologia

A alfabetização de uma criança ultrapassa os hábitos de leitura e escrita e, também, é um ato de inserção social na vida de qualquer pessoa.

No Dia Nacional da Alfabetização, 14 de novembro, o Conselho Federal de Fonoaudiologia (CFFa), reforça parceria necessária no âmbito escolar entre fonoaudiólogo e professor para um processo de aprendizagem qualificado. A alfabetização de uma criança ultrapassa os hábitos de leitura e escrita e, também, é um ato de inserção social na vida de qualquer pessoa.
A atuação no fonoaudiólogo na educação é regulada pela Lei 6965/81, que define as competências do fonoaudiólogo dentro da equipe de Orientação e Planejamento Escolar. Mas acontece que muitas escolas ainda não têm o fonoaudiólogo em seu corpo de funcionários, e só procuram pelo profissional quando um problema de aprendizagem é detectado, muitas vezes, tardiamente.
É nesse sentido que o fonoaudiólogo e conselheiro do CFFa, Jaime Zorzi, alerta para o trabalho imprescindível do fonoaudiólogo não apenas no tratamento desses problemas, mas também na atuação preventiva. “Além de ter um papel orientador, o desenvolvimento de ações de prevenção também compete ao fonoaudiólogo educacional”, explica.
São inúmeras as formas que a Fonoaudiologia pode auxiliar o professor, os pais e os alunos, por isso a integração do profissional no ambiente escolar é cada vez mais necessária. “É preciso que o gestor público e o administrador escolar tenham ciência das competências do fonoaudiólogo dentro do processo de ensino-aprendizagem”, reforça a presidente do CFFa, Bianca Queiroga.
É importante lembrar que não é permitida a realização de atendimento clínico/terapêutico dentro das escolas. No caso de indicação, o fonoaudiólogo educacional deve encaminhar para tratamento fora da escola, conforme Resolução nº309/2005.

Fonte: Conselho Federal de Fonoaudiologia

sábado, 10 de novembro de 2012

Teste da Orelhinha em Salgueiro -PE


Centro de Reabilitação - Antônio Leite
Nossa Fonoaudióloga Flávia Tamarindo CRFa 4 - 9065, realiza a Avaliação Fonoaudiológica completa do bebê.
Todo bebê merece esse carinho!
Para agendamento e informações: (87) 98839-0373

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Saúde Auditiva





SAIBA COMO TER UMA BOA AUDIÇÃO


De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), pelo menos 800 milhões de pessoas sofrem alguma perda auditiva no mundo. Algumas medidas de prevenção são essenciais para manter uma audição saudável.

São elas:

1 – Respeite os intervalos de repouso sonoro quando a exposição a altos níveis de intensidade é constante;
2 – Use protetores auditivos quando recomendado, principalmente em locais de trabalho que causam risco à audição pela exposição a altos níveis de intensidade sonora;
3 - Objetos pontiagudos devem estar sempre afastados do ouvido;
4 – O cotonete deve ser usado para limpeza do excesso de cera na parte mais externa do ouvido e para secar a orelha. Jamais deve ser introduzido no canal;
5 – Evite a automedicação;
6 – Evitar a exposição prolongada a sons em forte intensidade. Para isso, controle o volume do seu MP3, TV ou som do carro.

Estudos indicam que cerca de 15% da população, com idade entre 20 e 69 anos, tem perda auditiva por exposição a sons altos ou ruído no trabalho ou em atividades de lazer. 
Em casos de dor, desconforto, coceira ou qualquer outra alteração, procure o médico Otorrinolaringologista que avaliará o seu caso e a necessidade de exames audiológicos, estes realizados pelo Fonoaudiólogo. O tratamento, de acordo com o caso, pode ser medicamentoso ou pode ser indicado o uso de aparelhos auditivos. Pessoas que fazem natação devem ter um cuidado especial com o ouvido. O contato frequente com a água pode causar obstrução e infecção.




Cera no ouvido: aprenda a maneira correta de retirá-la

Muita gente pensa que ter cera no ouvido é sinônimo de sujeira. Mas, sujeira mesmo é o que se faz tentando retirá-la. Como nem todos procedem de maneira correta, acabam provocando infecções na orelha e até problemas auditivos.


Um dos equívocos mais comuns é retirar a cera da parte interna dos ouvidos. Apesar de ser entendida como sujeira, essa cera é justamente a proteção do sistema auditivo e não deve ser retirada. É ela quem protege nossos ouvidos da entrada de insetos e absorve a água que sobra do banho. O excesso, quando existe, é eliminado pelo próprio organismo.

O uso de hastes flexíveis só é indicado para a parte externa da orelha, caso contrário, elas podem jogar ainda mais a cera para dentro dos ouvidos e formar uma espécie de rolha que os tampe completamente.

Nestes casos, em que a audição fica perceptivelmente ruim, a recomendação é procurar um otorrinolaringologista para fazer a limpeza correta. Retirar demais a cera também pode causar ressecamento no local, o que gera coceira e propicia infecções. Além de dar a sensação de que existe água dentro do ouvido constantemente. O correto é umedecer uma toalha e, com a ponta do dedo envolvida nela, limpar a parte externa do ouvido. Só depois disso é que é recomendado o uso das hastes flexíveis, também somente na parte externa, para secar a parte que foi umedecida. Lavar com água e sabão, durante o banho, só tomando muito cuidado para não deixar nem uma gota d'água entrar no ouvido.

sábado, 13 de outubro de 2012

I JORNADA DE IMPLANTE COCLEAR DO HOSPITAL AGAMENON MAGALHÃES



Olá pessoal, recebi o convite e estou divulgando.


O Hospital Agamenon Magalhães em Recife-PE, realizará nos próximos dias 19 e 20 de outubro a I JORNADA DE IMPLANTE COCLEAR DO HAM.


O dia 19/10 será  destinado a médicos e fonoaudiólogos, com temas abordando o diagnóstico precoce da perda auditiva, a triagem  auditiva neonatal, as alternativas hoje para o tratamento da perda auditiva, além das atualidades sobre o Implante Coclear. São temas que interessam não apenas ao fonoaudiólogo, mas também aos otorrinolaringologistas, pediatras, neonatologistas e outras especialidades relacionadas. Segue o programa.


No dia 20/10, a manhã será destinada a pacientes (candidatos ou implantados) e familiares, portanto, podem convidar os seus pacientes.

Não percam esta oportunidade!
Abraço.





Programação


quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Manual Diretrizes de Atenção à Pessoa com Síndrome de Down é lançado pelo Ministério da Saúde



O Ministério da Saúde lançou nesta quarta-feira (26/09) o manual Diretrizes de Atenção à Pessoa com Síndrome de Down e a sua versão acessível, intitulada Cuidados de Saúde para as Pessoas com Síndrome de Down. As publicações, que estão disponíveis no site do Ministério foram apresentadas no Centro de Referência da Pessoa com Deficiência de Irajá, no Rio de Janeiro.
“As diretrizes trazem uma orientação clara do Ministério da Saúde para que os profissionais de saúde saibam como diagnosticar e acompanhar pessoas que têm síndrome de Down. O manual tem desde orientações mais simples até questões mais complexas, para todas as fases da vida”, afirmou o ministro da Saúde Alexandre Padilha.
Versão acessível contou com consultoria do Movimento Down
Além de participar do Grupo de Trabalho que deu origem às diretrizes, o Movimento Down atuou na elaboração da versão acessível do manual, que traz conteúdos adaptados para que possam ser lidos e compreendidos por pessoas com síndrome de Down.
“A versão acessível é fundamental para que pais e pessoas com síndrome de Down possam inclusive cobrar dos profissionais de atendimento, conversar sobre determinadas orientações”, ressaltou Padilha.
Breno Viola, Coordenador de Conteúdo Acessível do Movimento Down, se disse emocionado por colaborar com a versão acessível das diretrizes. “Tenho muito orgulho em estar aqui. Muitas pessoas ainda não sabem tratar as pessoas com síndrome de Down como iguais. Nós temos direito de ser tratados como cidadãos”, disse Viola, de 31 anos, que tem síndrome de Down.
Coordenadora do Movimento Down, Maria Antônia Goulart lembrou que as diretrizes são um passo muito importante para melhorar o atendimento a pessoas com síndrome de Down em todo o Brasil. Mãe de Beatriz, uma menina de dois anos que tem síndrome de Down, a advogada também frisou a importância da acessibilidade intelectual no desenvolvimento de uma sociedade mais inclusiva.
“O Brasil é pioneiro ao lançar esse documento [acessível], estamos muito felizes em participar do projeto. As pessoas com deficiência intelectual precisam de conteúdos adaptados. O manual traz informações muito importantes sobre saúde e hábitos saudáveis, é fundamental que os maiores interessados possam compreender seu conteúdo”.
Pai de Beatriz, o senador Lindbergh Farias festejou a criação das diretrizes e destacou as dificuldades enfrentadas pelos familiares de pessoas com síndrome de Down para encontrar profissionais com conhecimentos sólidos sobre a trissomia.
“É preciso conhecer as especificidades, saber, por exemplo, que 50% das crianças com  síndrome de Down têm problemas cardíacos. Existem questões importantes e os profissionais pelo Brasil afora não sabem como proceder. Hoje é um dia de vitória, tenho certeza que esse manual vai salvar muitas vidas”, comemorou.